Se a panela voasse
onde iria parar
iria parar a um país
onde o rei mandasse.
Iria parar à mina
e era descoberto para
se comer na cantina
pelas meninas.
Tenho de comprar
uns sapatinhos
porque se não ela não para
de dizer PATINHO.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
A Tristeza
Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
Olá, que lindo dia

Olá, que lindo dia
Olá, que lindo dia
Cheio de sol
Bom para o caracol.
Olá, que lindo dia
Só para mim
Tantas flores
No meu jardim.
Olá, que lindo dia
Tenho um lindo cão
Gosto muito dele
É muito brincalhão.
Olá, que lindo dia
Que alegria tenho no coração
Estou a pensar
Cantar uma canção.
Olá, que lindo dia
Cheio de sol
Bom para o caracol.
Olá, que lindo dia
Só para mim
Tantas flores
No meu jardim.
Olá, que lindo dia
Tenho um lindo cão
Gosto muito dele
É muito brincalhão.
Olá, que lindo dia
Que alegria tenho no coração
Estou a pensar
Cantar uma canção.
Ana Rita
Este poema fui eu que escrevi e espero que gostem!
A minha escola
Minha escola é grande
e não tem nenhum gangue
Minha escola é legal
nela ninguém quebra pau
Minha escola é radical
e lá ninguém é mau
Minha escola é engraçada
e lá todo o mundo dá risada.
e não tem nenhum gangue
Minha escola é legal
nela ninguém quebra pau
Minha escola é radical
e lá ninguém é mau
Minha escola é engraçada
e lá todo o mundo dá risada.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O Amor
Amo as manhãs de brisa primaveril
E amo as tardes solitárias de abril,
Quando o outono espalha folhas pelo ar...
Amo as noites calorosas de verão
E as geladas madrugadas, quando então,
Tu me aqueces de tanto me afagar...
Amo acolher-te em meu leito, ansioso,
Homem-menino, de carinhos desejoso,

Amante-mel, razão maior de meu viver...
Amo ceder-te, em minhas íntimas loucuras,
O que melhor de mim sei que procuras,
Amo demais me dar - e a ti satisfazer...
Mas se não vens, se tu te vais, me vejo enfim
Meio sem rumo, meio até fora de mim,
E ainda assim, eu sou feliz, fico a sonhar...
Porque, Amado, amar em si é alegria,
Eu amo o sonho, a saudade, a nostalgia,
E amo você, amo a vida...e eu amo amar!
O golfinho desesperado

O golfinho desesperado
Eu tenho um amigo,
Um amigo desigual
Passa o dia a nadar
E nada o faz parar!
Óscar é o seu nome.
É um golfinho
Muito bonitinho!
Todos os dias diz Olá!
Olá ás sereias!
Olá aos peixes!
Olá aos mergulhadores!
Um dia ficou apaixonado
Não sabendo o que fazer
Andava desesperado
Percorreu todo o oceano
À procura de ajuda,
Mas ninguém o conseguia ajudar.
Até que ouviu falar,
Dum cavalo,
Que todos os dias ia beber água ao mar
Esse sim podia ajuda-lo
Fez-se ao mar,
Até que o encontrou
Apresentou-se e disse ao que vinha
O cavalo sabedor de paixões,
Disse-lhe que podia oferecer um ramo de algas.
Eu tenho um amigo,
Que um dia ficou apaixonado
E viveu a ser amado
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Escrito por: Patrícia Marques
O Vento e a Chuva
Num dia muito frio de Inverno, o senhor Vento encontrou a senhora Chuva e começaram a falar:
O Vento, um pouco envergonhado, respondeu:
- Pode ser, senhora Chuva.
- Óptimo! Precisava mesmo de um ajudante!- disse a menina Chuva.
Apaixonaram-se um pelo outro e casaram-se. A menina Chuva disse:
- Agora, vamos semearmuitas plantas naquele jardim, ali ao fundo.
- Boa ideia, Chuva!- disse o Vento.
- Temos de escolher que plantas vamos semear -reclarou a Chuva.

Pensaram muito até que o Vento disse:
- Vamos semear cameleiras, plátanos e muitas mais!
O Vento soprou e enterrou as sementes. A Chuva regou-as e elas cresceram.
- Já viste o nosso trabalho! Está magnífico!- disseram em coro o Vento e a Chuva.
Então continuaram a semear e a regar as plantas de todos os jardins, florestas e em outros sítios do Mundo.
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Este texto foi escrito por mim no 3º ano.
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Texto escrito por Rita Moutinho
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